quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Nos caminhos do voluntariado ...

Ser ou não ser voluntário…

em duas Organizações, simultaneamente.

Pode (ou não deve) um cidadão, na qualidade de voluntário, encontrar-se vinculado a mais que uma Entidade Promotora de Voluntariado?
A legislação portuguesa que enquadra o voluntariado é omissa quanto ao assunto. A prática corrente não tem evidenciado situações que hajam suscitado a necessidade de alguma abordagem a propósito, nem se encontra literatura nesse sentido.

Em Portugal, a prática do voluntariado organizado, baseia-se no princípio geral segundo o qual o Estado “reconhece o valor social do voluntariado como expressão do exercício livre de uma cidadania ativa e solidária e promove e garante a sua autonomia e pluralismo.”([i]), e nos sete princípios enquadradores: solidariedade, participação, cooperação, complementaridade, gratuidade, responsabilidade e convergência ([ii]).

Relativamente ao assunto em questão, releva-se o princípio da convergência em que este “determina a harmonização da ação do voluntário com a cultura e objetivos institucionais da entidade promotora.” ([iii]). Ora, se por um lado, para que exista um programa de voluntariado implementado em uma Organização, é basilar que haja sido definida uma política de voluntariado para a Organização, por outro lado, o contributo do voluntariado deve também ter em conta a prossecução dos objetivos estatutários da Organização, sem prejuízo da satisfação das partes envolvidas, mormente os beneficiários da ação voluntária.

Apesar daquilo que pode ser comum às Organizações, em termos, por exemplo, da política global relativa à prática da solidariedade e da ação social, não há dúvida que cada caso é um caso. Ou seja. Cada Organização é única em si mesma. Ela é autónoma. O conceito de cultura organizacional diferente do próprio termo "cultura" em si, possui um sentido mais antropológico, explorando o lado humano de uma organização, a qual possui práticas, símbolos, valores, comportamentos, hábitos, políticas, crenças e princípios interagindo como um todo. A cultura organizacional tem como principal finalidade orientar os membros de uma organização, como se fosse um tipo especial de diretriz ou preceito que irá direcionar o comportamento das pessoas e suas atividades.” ([iv]). Cada Organização tem a sua própria cultura.

Se a prática do voluntariado é uma escolha livre dos cidadãos, também assiste às Organizações a vontade de implementar programas de voluntariado ou não, de definir a sua própria política de voluntariado e de admitir os voluntários com perfis adequados às funções que se disponibilizam, considerando sempre que deve existir adequação da cultura do voluntário com a da Organização.

No que concerne ao voluntariado no campo da saúde, e em sentido mais restrito, ao setor enquadrado pela Federação Nacional de Voluntariado em Saúde, o que se oferece recomendar, é que em qualquer situação relacionada com o assunto objeto desta recomendação, a ação das Organizações deva ser norteada pelo bom senso, considerando sempre o supremo interesse dos destinatários da ação voluntária, sem desvalorização do aspeto da adequação cultural voluntário / Organização e do respeito pelos princípios deontológicos que regem a atividade estatutária da Organização.

Porto, 12 de abril de 2016
João António Pereira, presidente da Direção da Federação Nacional de Voluntariado em Saúde




[i] Lei 71/98, artigo 5.º.
[ii] Idem., artigo 6.º.
[iii] Idem., artigo 6.º, n.º 8.
[iv] http://www.portal-administracao.com/2014/10/cultura-organizacional-conceito-aspectos.html

Pelos caminhos do voluntariado em saúde.........

Pode ser-se voluntário "free-lancer"
no campo da saúde?

O conceito “campo da saúde (health field)”, terá sido formulado pela primeira vez em 1974, por Marc Lalonde, ministro da Saúde e do Bem-estar do Canadá. De acordo com o autor, “o campo da saúde abrange a biologia humana, o meio ambiente, o estilo de vida e a organização da assistência à saúde”, considerando que “saúde é o estado do mais completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de enfermidade (OMS)”.

Conforme a legislação portuguesa “voluntariado é o conjunto de ações de interesse social e comunitário realizadas de forma desinteressada por pessoas, no âmbito de projetos, programas e outras formas de intervenção ao serviço dos indivíduos, das famílias e da comunidade desenvolvidos sem fins lucrativos (...)”, não sendo abrangidas “(…) as atuações que embora desinteressadas, tenham um carácter isolado e esporádico ou sejam determinadas por razões familiares, de amizade e de boa vizinhança.” (Lei 71/98, artigo 2.º); e “voluntário é o indivíduo que de forma livre, desinteressada e responsável se compromete, de acordo com as suas aptidões próprias e no seu tempo livre, a realizar ações de voluntariado no âmbito de uma organização promotora.” (Lei 71/98, artigo 3.º, n.º 1).

A Lei estabelece de modo muito claro, o que é o voluntariado, quem é voluntário; e quando é que se está em presença de atuações que não são voluntariado, nem quem atua, é voluntário. E o campo da saúde não é imune a isso mesmo. A Lei é geral e inclui todos os setores de atividade passíveis de integrarem ou onde já existe voluntariado organizado.

O facto de se encontrar reconhecido “o valor social do voluntariado como expressão do exercício livre de uma cidadania ativa e solidária (…)” (Lei 71/98, artigo 5.º) e de o Estado o promover e garantir a sua autonomia e pluralismo… isso não dá o direito a nenhum cidadão, nem é razão, para a existência de expressões de pretenso voluntariado que mais não são que atuações muitas vezes determinadas por razões familiares, de amizade e de boa vizinhança, quantas vezes (mais do que se possa imaginar) movidas por intenções e interesses colaterais ao bem-estar da população alvo; e mesmo da cultura das Organizações.

É recorrente no campo da saúde, pelo menos, a tentativa de atuação isolada de cidadãos em seu próprio nome, embora manifestem à partida, as melhores intenções relativamente ao que pretendem realizar em alguma Unidade de Saúde. Ora. Também na saúde, não há nem se pretende que haja, voluntariado não promovido nem enquadrado por alguma Organização, seja ela pública ou privada sem finalidade lucrativa, como são exemplos, as Ligas de Amigos ou as Associações de Voluntariado ou de Voluntários; ou os coletivos de doentes.

O voluntariado em saúde (ou no campo da saúde) é sério, responsável e contribui inequivocamente para o bem-estar dos utentes e para o aumento do nível da qualidade dos serviços e dos cuidados que se prestam nas Unidades de Saúde, evidenciando-se a satisfação de todos os stakeholders. Isso encontra-se por demais reconhecido a todos os níveis do Sistema Nacional de Saúde. O voluntariado enquadrado em Organizações Promotoras e exercido por voluntários devidamente formados e capacitados; e coordenados tecnicamente, é a realidade que existe e que se pretende exista cada vez mais no campo da saúde em Portugal.
São dezenas ou centenas, as Organizações que em todo o país e nomeadamente no Serviço Nacional de Saúde… e milhares, os voluntários, que de modo solidário, gratuito e responsável, e também em convergência, em cooperação e em complementaridade, participam de forma livre, mas organizada, na prestação de serviços e cuidados aos utentes, quer em Unidades de Saúde quer na comunidade, quer mesmo na promoção e na educação para a saúde.

Em jeito de conclusão, mas talvez também de repetição, o voluntariado no campo da saúde em Portugal, no presente e no futuro, é e terá necessariamente que ser, organizado, estruturado, respeitado e respeitador, não só dos interesses, mas também das vontades das pessoas e das Organizações. A prova da mais-valia disso mesmo pode observar-se na existência e no surgimento cada vez maior de iniciativas nesse sentido, iniciativas inovadoras e mais adequadas às novas realidades. É visível a satisfação de muitas entidades, mas sobretudo e por exemplo, das Unidades de Saúde, no acolhimento e na abertura a essas novas realidades organizativas de voluntariado, quando não são elas mesmas a promover o seu surgimento. E não se observa que essa postura e essa prática passe pela aceitação de voluntários desenquadrados de estruturas organizadas ou free-lancers.

Com voluntariado em saúde, organizado, humanizado e humanizador, todos têm (temos) a ganhar. Os utentes, os voluntários e as suas Organizações, assim como as entidades prestadoras dos serviços e dos cuidados de saúde. Assim teremos (e seremos) cidadãos e sociedade, com mais saúde. Logo, mais felizes.
Porto, 17 de agosto de 2016
João António Pereira
Presidente da Direção da Federação Nacional de Voluntariado em Saúde

sábado, 23 de julho de 2016

ABRANTES:

A DONA MIRA,

FOI A DECANA DO VOLUNTARIADO


Faleceu a 12 de maio último em Abrantes, aos 96 anos, a decana do voluntariado Maria Ramiro Godinho, carinhosamente conhecida por Dona Mira, e que pertencia à equipa da Liga dos Amigos do Hospital de Abrantes.

Mira Godinho, que nasceu em Abrantes no dia 27 de abril de 1920, foi velada na Igreja da Santa Casa da Misericórdia, na sexta-feira, 13, dia em que decorreu uma missa, pelas 18:00, tendo o funeral sido realizado pelas 11:00 de sábado seguinte.
Dona Mira, a decana do voluntariado no Hospital de Abrantes
A cumprir o 15º ano em atividade, a Liga dos Amigos do Hospital de Abrantes criou em 2004 um grupo de voluntárias para prestarem apoio no hospital de dia (que existia então em Abrantes), ao nível da ortopedia, medicina, cirurgia e doenças cancerígenas terminais, assegurando acompanhamento e visitas diárias, apoio psicológico, palavras de conforto e ajuda na hora da toma das refeições.
Dona Mira, como é afetuosamente tratada pelas companheiras, sabia bem o que significa lidar com doenças terminais. O seu marido lutou durante doze anos contra um cancro, uma batalha que viria a perder em luta muito sofrida.
Então com 84 anos, dona Mira foi a primeira a inscrever-se para o serviço de voluntariado da Liga dos Amigos do Hospital de Abrantes. Queria vestir uma bata amarela para ajudar o próximo, partilhar a experiência de vida e os conhecimentos adquiridos. E o objetivo estava bem definido: ajudar e confortar os doentes com cancro e doenças terminais. O que fez, até ao final dos seus dias.
O presidente da Liga dos Amigos do Hospital de Abrantes, Luís Fernandes, disse que a notícia do falecimento de Dona Mira significa “uma perda enorme” para todos, tendo destacado que Mira Godinho “era a decana das voluntárias, com uma vida dedicada aos pobres e aos doentes, através da Liga”.

Texto adaptado da publicação em http://www.antenalivre.pt/noticias/abrantes
Foto: Américo Lobato/Gala Antena Livre & Jornal de Abrantes 2015 / MRF

domingo, 17 de julho de 2016

Pelos caminhos do voluntariado............ POR CÁ!


O Voluntariado em Saúde

O voluntariado, como iniciativa social de apoio à comunidade, tem-se tornado um eixo de desenvolvimento das sociedades modernas. Acompanhando esta evolução, também em Portugal, tem-se assistido a um crescendo de projetos e iniciativas de voluntariado, acompanhado por uma valorização pública.

O voluntariado no sector da saúde é uma realidade no nosso país, designadamente na prestação de cuidados informais, complementares aos cuidados técnicos formais.
No entanto, desde os finais dos anos 80 que se verificaram, em especial na Europa, grandes alterações no perfil dos voluntários, correspondendo, também, a novas formas de voluntariado onde a qualidade e os padrões de exigência técnica são mais elevados.
À ação voluntária na saúde, como em outros sectores, é exigida competência humana e qualidade técnica.
As instituições e os voluntários na saúde são cada vez mais rigorosos e exigentes, nomeadamente ao nível da organização do trabalho voluntário, formação do voluntário, sendo determinante a necessidade de clareza na definição de atribuições e atividades que podem e devem ser desempenhadas por este.
Neste contexto, a definição do voluntariado em saúde e das atividades que podem ser realizadas por um voluntário ao nível dos cuidados informais é necessária, como forma de se promover, de forma mais clara e transparente, o voluntariado no sector, designadamente ao nível do apoio à prestação de cuidados.
Por outro lado, em Portugal, e de acordo com o relatório do Conselho Nacional de Promoção do Voluntariado, o recrutamento de novos voluntários processa-se, quase sempre, num circuito fechado, dentro do universo dos já voluntários, fazendo com que algumas instituições já conheçam três gerações de voluntários da mesma família.
De facto, a promoção de oferta de voluntários não é feita de forma alargada, sendo muito restritas as possibilidades de um cidadão aceder por si só à informação necessária para que possa aderir a um projeto de voluntariado.

Esta circunstância é uma realidade na saúde. Em verdade não existe um espaço único ao qual as instituições e os cidadãos possam aceder, que facilite e promova o voluntariado, não existindo, também, estatísticas sobre o voluntariado na saúde, embora exista a consciência de que este tem grande preponderância no sector. De facto, este é um trabalho que, também, importa realizar.

Para mais informação sobre voluntariado, consultar o site do CNPV- Conselho Nacional de Promoção de Voluntariado, http://www.voluntariado.pt/


Fonte: http://www.dgs.pt/participacao-da-sociedade-civil/actividades-e-projectos/voluntariado-em-saude.aspx

Pelos caminhos do voluntariado........... GLOBAL!

ONU escolhe Brasil para lançar plataforma de voluntariado online

Renata Werneck

renata.werneck@jornaldebrasilia.com.br
O Programa das Nações Unidas para o Voluntariado (United Nations Volunteers – UNV) escolheu o Brasil para lançar mundialmente sua nova plataforma de voluntariado online. O evento de lançamento ocorreu nesta sexta-feira (dia 15), em Brasília. O projeto é uma colaboração entre a equipa brasileira das Nações Unidas e a Samsung América Latina.
A plataforma foi lançada em terras brasileiras por aquele país ocupar a quarta posição mundial em número de voluntários online na ONU e, ter um alto potencial de crescimento no Brasil. Ela é uma forma rápida, inclusiva e atraente de unir forças em prol da paz e do desenvolvimento mundial.
O UNV espera utilizar sua experiência em envolvimento de cidadãos e em soluções tecnológicas para garantir que o voluntariado seja parte integral da implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs). Eles formam uma agenda de ações para acabar com a pobreza, promover a prosperidade, proteger o ambiente e combater as alterações climáticas e, para alcançá-los, foram criadas parcerias stakeholders.
Dois serviços foram lançados pelo coordenador executivo do UNV, Richard Dictus. Além do site repaginado: a consulta “1-click”, que permite conectar as organizações a pessoas que podem proporcionar dados para alcançar o desenvolvimento sustentável por meio de um dispositivo eletrónico e a solução de voluntariado online para funcionários de empresas globais. Nela, é possível contribuir em diversas necessidades das organizações apoiantes como arte, redação e edição, tradução, ensino e desenvolvimento tecnológico. Participaram no evento, o coordenador executivo do UNV, Richard Dictus, o coordenador residente das Nações Unidas, o embaixador da Alemanha, Dirk Brengelmann e Karol Arámbula, que contou a sua experiência como voluntária online das Nações Unidas.
Programa
O UNV foi criado pela Assembleia Geral da ONU no ano de 1970 e é administrado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). Ele foi criado com o intuito de contribuir para a paz e o desenvolvimento através do voluntariado. O Programa está presente em 130 países todos os anos e opera no Brasil desde 1998. São 12.00 voluntários online por ano e 177 países engajados na causa.
Fonte: http://www.jornaldebrasilia.com.br/cidades/onu-escolhe-brasil-para-lancar-plataforma-de-voluntariado-online/

domingo, 10 de julho de 2016

Pelos caminhos do voluntariado...

SER VOLUNTÁRIO

O poema "Ser Voluntário" foi escrito em 2009 pelo senhor Manuel Columbino (parece que bem conhecido como Manel Franganito) e publicado no seu blogue. Ele que é voluntário no Centro de Saúde de Grândola. Mas quem é o senhor Manuel Columbino? Vejamos o que ele diz de si mesmo:

"Hoje, sou aposentado, frequento a Universidade Sénior de Grândola e sou VOLUNTÁRIO no Centro de Saúde de Grândola, dando assistência aos UTENTES nas manhãs de Segunda e Quinta/Feira nas salas de espera das consultas.
Fui Bombeiro Voluntário, e ao mesmo tempo profissional pois que era funcionário como motorista, tendo passado ao serviço permanente em 1-1-1980 em todos nos serviços inerentes à Associação dos (BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE GRÂNDOLA). Entre 1977 e 2003, tendo passado ao quadro de Honra em 30 de setembro de 2003, altura em que deixei de trabalhar e passei a fazer a minha vida de aposentado. Fui também columbófilo desde 1982 até finais de 2006. Altura em que por motivos de saúde tive que abandonar. E fui dirigente da (SOCIEDADE COLUMBÓFILA DE GRÂNDOLA) e sou um dos 15 fundadores da mesma, pois que na altura eram precisas quinze assinaturas para que se pudesse fundar uma coletividade com estas características, e por isso conseguimos entre amigos que ajudaram a fundar esta coletividade. E durante todos estes anos fui dirigente da Coletividade tendo passado por quase todos os cargos diretivos, mas a maior parte deste tempo foi como Presidente da Direção. Presentemente sou Presidente da Direção da ASSOCIAÇÃO UNITÁRIA DE REFORMADOS PENSIONISTAS E IDOSOS DE GRÂNDOLA, onde também faço voluntariado no bar.
Vejam também o que ele também diz sobre a sua atividade de voluntariado: - ser voluntário faz parte da minha vida desde há longos anos. Como todos sabem fiz parte do Corpo dos Bombeiros Voluntários de Grândola desde 1977 até final de 2003 altura em que passei ao quadro de Honra e me reformei, mas continua a ser para mim uma paixão quase inexplicável para as pessoas que não sente esta necessidade de se sentirem úteis, de darem um pouco do seu tempo, do seu carinho da sua amizade em prol daqueles que por infelicidade ou por doença se veem isolados desta Sociedade em que vivemos e que deveria dar-lhe o apoio a que tem direito.
Mas infelizmente tal não acontece. É quando mais precisa de apoio que se vê votado ao abandono, e por isso necessita de toda a nossa ajuda, de um pouco do nosso carinho e amizade.
Quem não entra nesta experiência nem sabe, e nem pensa o quanto é gratificante receber destas
pessoas um simples sorriso, e ver um pouco de brilho no seu olhar, o que nos traz uma enorme felicidade e uma grande paz de espírito por podermos minimizar o sofrimento deste Seres, sem
Sr. Manuel Columbino
que nada nos peçam ou que nos dêem algo em troca.

Como continuo a ser voluntário faço parte do grupo de voluntariado do Centro de Saúde de Grândola, extensão de saúde de Grândola.
Por tudo isto meus amigos, eu continuo a ser VOLUNTÁRIO.
Junta-te a nos, Voluntários."

Nota: esta peça foi produzida a partir de contributos encontrados e extraídos de http://mcolumbino.blogspot.pt/ . Não sabemos se o senhor Manuel Columbino ainda se encontra entre nós, já que a última entrada no blogue se verificou em 2014. Como ficámos a conhecer o seu endereço eletrónico vamos comunicar com ele. E vamos dizer-lhe quanto o admiramos e o quanto solidário estamos com ele. Vamos também desejar-lhe vida longa. Se já não for por cá, que seja na eternidade.
(João António Pereira, presidente da Direção da Federação Nacional de Voluntariado em Saúde, Porto, 10 de julho de 2016).